Os bastidores do CSA seguem agitados. Após a junta formada por conselheiros do clube divulgar uma série de acusações contra a antiga diretoria, a ex-presidente Mírian Monte se pronunciou e respondeu ponto a ponto às denúncias.
Um dos temas abordados diz respeito ao trabalho realizado logo após o rebaixamento do clube para a Série D, no dia 30 de agosto: a rescisão contratual com jogadores do elenco.
Com o fim precoce da temporada e restando poucos dias até o fechamento da janela de transferências, a diretoria montou uma força-tarefa com advogados, contabilidade, setor de registros e departamento de futebol, com o objetivo de agilizar acordos e liberações dos atletas.
O TNH1 teve acesso à planilha com os acordos de rescisão celebrados antes da renúncia de Mírian, que aconteceu em 2 de setembro. Confira:
- Paulo Vitor (goleiro): R$ 25 mil;
- Georgemy (goleiro): acordo sem remuneração;
- Islan (zagueiro): R$ 23 mil;
- Betão (zagueiro): R$ 11 mil (emprestado ao Athletic);
- Roberto (lateral): R$ 60 mil;
- Enzo (lateral): acordo sem remuneração (emprestado ao Grêmio com opção de compra);
- Gustavo Nicola (volante): R$ 45 mil;
- Leo Costa (volante): acordo sem remuneração;
- Gabriel Vieira (meia): R$ 20 mil;
- Brayann (meia): acordo sem remuneração;
- Baianinho (atacante): R$ 20 mil.
- Adiel (atacante): R$ 10 mil;
- Marcelinho (atacante): R$ 28 mil;
- Guilherme Cachoeira (atacante): acordo sem remuneração.
MÍRIAN RESPONDE ACUSAÇÕES DO CONSELHO
A ex-presidente do CSA, Mírian Monte, se pronunciou após as acusações feitas pela junta formada por conselheiros do clube, apresentadas em entrevista coletiva na segunda-feira (22).
A diretoria do clube, afastada desde o dia 1º de setembro pelo Conselho Deliberativo, foi acusada em diversos pontos pela comissão de investigação, entre eles:
- bichos altos aos jogadores;
- bichos pagos em conta de diretor;
- retirada de documentos no CT após o rebaixamento à Série D;
- imagens de câmeras apagadas;
- falta de pagamento de direitos trabalhistas, como férias e 13º de 2024;
- empréstimos com agiotas sem consentimento do Conselho;
- débito de R$ 1 milhão;
- desorganização do CT.
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