Imagens de satélite mostram uma nuvem de fumaça escura saindo do complexo residencial do líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei. O local foi alvo de bombardeio dos Estados Unidos e de Israel neste sábado (28).
Segundo Israel, Khamenei foi morto no ataque contra a teocracia, cujo futuro após 47 anos está em suspenso.
O primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, afirmou que o complexo em que Khameni morava foi destruído por sua aviação em Teerã.
Se confirmada, a morte de Khamenei, 86, o torna o primeiro chefe de Estado no poder assassinado em uma operação comandada por Washington na história, com o aparente agravante que talvez tenham sido aviões do arquirrival Estado judeu os instrumentos.
O aiatolá Khamenei foi o segundo líder supremo do país desde a Revolução Islâmica de 1979 e ocupou o cargo mais alto desde 1989.
O Irã negou que Khamenei tivesse morrido, mas não apresentou nenhuma prova de sua sobrevivência. Mais cedo, o premiê israelense, Binyamin Netanyahu, havia dito publicamente “há muitos sinais” de que o líder “não está mais entre nós”.
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