spot_img
HomeMaceióTradição gaúcha no Antares, vamos?

Tradição gaúcha no Antares, vamos?

O prato chega fumegante, carregado de sabor: acém, bacon, linguiça de porco, pimentão, cebola, alho, coentro, colorau, folha de louro, pimenta-do-reino, vinagre e arroz. Um verdadeiro clássico de estrada, herança das comitivas de boiadeiro, que virou paixão no Porteira do Gaúcho (@porteiradogauchocostelariaa). E foi desse xodó que nasceu a versão congelada, pronta para você levar para casa. Afinal, ele é tão gostoso que se come até sozinho. 

Arroz carreteiro também para levar para casa

Mas quem conhece a casa sabe: desde 1987, a grande estrela é a costela de três ripas. Preparada apenas com sal e fogo baixo, chega à mesa macia, soltando dos ossinhos, pronta para escoltar polenta, feijão, arroz carreteiro e maionese.

Arroz carreteiro, feijão, polenta, maionese e farofa para acompanhar os churrascos

Para transformar tradição em produto, a família do Porteira contou com o apoio do Sebrae/AL. A nutricionista Helena Menezes foi quem cuidou da informação nutricional do arroz carreteiro. “O prato segue a receita original, sem alterações no sabor. Nossa consultoria foi voltada para a rotulagem, garantindo informações conforme a legislação. O resultado é um produto equilibrado nos teores de gordura saturada e sódio, com validade de até 90 dias, preservando sabor, textura e aroma”, explica.

Arroz carreteiro também em casa

Além da consultoria técnica, o Sebrae também apoiou no design do rótulo e no posicionamento do produto no mercado. Para Vania Britto, analista do Sebrae, o case da Porteira mostra como tradição e inovação podem andar de mãos dadas. “Oferecer um produto com qualidade e aceitação comprovadas amplia vendas, fideliza clientes e fortalece a marca. A Porteira do Gaúcho soube aproveitar essa oportunidade e, com apoio dos nossos consultores, lançou um produto que tem tudo para ser um sucesso”, afirma.

Costela de 3 ripas

Com 38 anos de história, o restaurante já é um cartão-postal gastronômico de Maceió. Fundado por Vhitnei de Oliveira Cardoso, gaúcho de Torres (RS) que veio para Alagoas nos anos 1970 trabalhar na Salgema, o negócio nasceu da saudade dos sabores de família preparados pela mãe, Joseilda Tenório. Em 1987, ele abriu as portas do Porteira do Gaúcho e transformou o restaurante na verdadeira embaixada gaúcha no Nordeste.

Vhitnei e o filho, Pedro, parceiros na Porteira do Gaúcho
Hoje, o legado segue com o filho Pedro, que divide com o pai a rotina entre o salão e o desenvolvimento de novos produtos. “Sempre amei churrasco e comida de chão. Apostar nesse destino foi natural”, conta Vhitnei, que ainda guarda o mesmo brilho no olhar de quem cozinha com paciência e memória afetiva.


 Costela 3 ripas para compartilhar

Aberto todos os dias, das 11h às 16h, o Porteira do Gaúcho segue firme na missão de reunir gerações em torno da boa mesa. Da avó Joseilda ao neto Pedro, uma história que começou no fogo de chão e agora chega ainda mais longe, com o arroz carreteiro embalado e pronto para conquistar novas mesas.

Caldinho de feijão, um bom começo

Rota: Porteiro do Gaúcho

Preço: R$ 12,00 até R$ 172,00

Todos os dias das 11h às 16h

Galeria Aldebaran- R. José Alfredo Marques, 110 – Antares, Maceió

A versão congelada do arroz de carreteiro também é encontrada no Empório La Zuca: R. Dr. Augusto Cardoso, 11 – Loja 01 – Jatiúca

Vania Britto, eu e os sócios da Porteira do Gaúcho

Fonte: TNH1

RELATED ARTICLES

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here

- Advertisment -spot_img

Outras Notícias