Enquanto avançam para escolher seu próximo presidente, os chilenos se posicionam em um local privilegiado na região: ostentam indicadores positivos —desenvolvimento e padrão de vida elevados, combinando com inflação sob controle e aumento da força de trabalho—, ainda que se queixem do aumento da insegurança.
Em mais de 200 anos de independência, com Bernardo O’Higgins como uma das figuras centrais do movimento, o país andino contido entre a cordilheira e o oceano viu seu território aumentar a partir de conflitos com vizinhos e entrelaçou sua história às minas de cobre e outros minerais que o tornariam conhecido mundialmente, mas sob o risco de dependência da exploração de recursos naturais limitados.
Os anos de ditadura de Augusto Pinochet, embora tenham sido encerrados há mais de três décadas, ainda deixam heranças que ecoam na sociedade, como a dificuldade de acesso à universidade e o sistema de pensões individuais que dobrou de tamanho nas últimas décadas, e que, mesmo após a reforma implementada pelo presidente Gabriel Boric, exigirá soluções do próximo presidente.
Veja abaixo indicadores econômicos e o histórico do país, que apesar dos dados positivos, enfrenta desafios na busca por uma sociedade mais igualitária.




