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Dia do Trabalho no mundo tem protestos contra Trump e confrontos na Turquia, no Chile e na França – 01/05/2026 – Economia

Protestos por melhores condições de trabalho, faixas contra o presidente dos EUA, Donald Trump, e confrontos com a polícia marcaram as manifestações do Dia do Trabalho no mundo nesta sexta-feira (1°).

O ex-líder cubano Raul Castro, de 94 anos, juntou-se a milhares de cubanos em uma marcha que passou pela orla de Havana e pelo prédio da embaixada dos EUA. As tensões entre os países aumentaram nas últimas semanas com Trump ameaçando invadir o país. Nesta sexta, ele anunciou que vai ampliar as sanções econômicas.

Raul Castro recebeu um livro contendo mais de 6 milhões de assinaturas de cubanos —quase dois terços da população— demonstrando a vontade popular de defender o país de um possível ataque militar direto dos EUA.

“Hoje Cuba demonstrou mais uma vez que este povo não se rende e que defenderemos nossa pátria com unhas e dentes, mesmo querendo paz”, disse Milagros Morales, 34 anos, moradora de Havana que participou da marcha.

A marcha deste ano foi reduzida, já que o governo não conseguiu fornecer o transporte e as rotas especiais que normalmente organiza devido ao bloqueio de petróleo dos EUA, mas as autoridades afirmaram que mais de 500 mil participaram do ato.

A Venezuela, outro país alvo de sanções dos EUA, teve manifestações contra a nova “renda mínima integral” que subiu de US$ 190 para US$ 240, anunciada nesta semana pela líder interina Delcy Rodríguez, que assumiu o posto do ditador Nicolás Maduro, deposto após invasão dos norte-americanos no início do ano.

Ao coro de “bônus não é salário”, cerca de 1.500 trabalhadores, sindicalistas e aposentados marcharam por cerca de quatro quilômetros pelo centro de Caracas.

Trump foi lembrado em protestos nas Filipinas, onde o seu rosto e do premiê de Israel, Benjamin Netanyahu, foram queimados por manifestantes. Os participantes entraram em confronto com policiais, que usaram jatos de água para conter os atos.

Houve também confrontos entre policiais e participantes dos protestos na França, no Chile e na Turquia, onde mais de 500 pessoas foram presas. Dois grupos em particular foram alvo das forças de segurança em bairros distintos, enquanto indicavam a intenção de ir à praça Taksim, local emblemático dos protestos na Turquia.

Já na Coreia do Sul manifestantes foram às ruas de Seul para solicitar melhores condições de trabalho como ocorreu no Brasil com os atos contrários à escala 6×1.

Com informações da AFP e da Reuters

Fonte: Folha de São Paulo

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