Integrantes de esquema de tráfico de drogas são presos em Alagoas e mais dois estados | Foto: Cortesia
Um esquema de tráfico interestadual de drogas e lavagem de dinheiro levou à prisão de suspeitos em Maceió, cidades de Sergipe e no interior de Goiás, na manhã desta quinta-feira (12), por volta das 6 horas. O grupo é investigado por distribuir entorpecentes entre diferentes regiões do país e por ocultar os lucros por meio…
Um esquema de tráfico interestadual de drogas e lavagem de dinheiro levou à prisão de suspeitos em Maceió, cidades de Sergipe e no interior de Goiás, na manhã desta quinta-feira (12), por volta das 6 horas. O grupo é investigado por distribuir entorpecentes entre diferentes regiões do país e por ocultar os lucros por meio de um padrão de vida considerado incompatível com a renda declarada.
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Segundo as investigações, a organização atuava em Sergipe, Alagoas e Goiás, articulando o envio e a circulação de drogas entre os estados. As prisões aconteceram em Aracaju, Barra dos Coqueiros e Tobias Barreto, em Sergipe, além de Maceió e Rio Verde (GO).
Além disso, durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos cerca de 50 kg de maconha, porções de outra droga ainda em análise e um veículo utilizado no transporte dos entorpecentes.
As apurações começaram no ano passado, após apreensões feitas em Goiás e no Distrito Federal. A partir daí, os investigadores identificaram um dos suspeitos que morava em um condomínio de alto padrão na Barra dos Coqueiros. Ele circulava com carros de luxo e mantinha um estilo de vida que chamou atenção pela diferença entre os bens exibidos e a renda oficialmente declarada.
De acordo com os responsáveis pela investigação, o grupo teria estruturado uma rede para abastecer diferentes pontos de venda, utilizando rotas interestaduais para dificultar o rastreamento. Enquanto isso, parte do dinheiro obtido com o tráfico seria reinserida no sistema financeiro para disfarçar a origem ilícita.
Por fim, os suspeitos foram levados para prestar depoimento e permanecem à disposição da Justiça. O caso segue em investigação para identificar outros possíveis envolvidos e aprofundar a apuração sobre a movimentação financeira do grupo.




